Prefeitura de Itapeva reforça apoio às ações de combate à violência contra a mulher

Assistência Social - Segunda-feira, 16 de Março de 2026


Prefeitura de Itapeva reforça apoio às ações de combate à violência contra a mulher

DENUNCIE - Prefeitura de Itapeva reforça apoio às ações de combate à violência contra a mulher

Pode ser uma imagem de texto que diz "Infograf produzo Secretara eVigla aem Ambiente SVSAMMS MARÇO2026 PELA VIDA DAS MULHERES INFORMAR, PREVENIR E CUIDAR violencia contra neres reflete contextos desigualdades que podem se agravar quando combinados binados fatores como aça pele, idade, rientação sexual, dentidade de genero diagnóstico ded def ciências, entre utos. de Pode ser de diferentes tipos: fisica, psicológica, sexual, patrimonial, por negligencia, entre outros. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que uma em cada três mulheres no mundo, com mais de le1 anos,já já sofreu violência física e/ou sexual praticada por parceiro intimo."

A Prefeitura de Itapeva reforça o apoio às ações de combate à violência contra a mulher e destaca a importância da conscientização, da prevenção e da denúncia.
Dados nacionais mostram que a violência contra mulheres ainda é uma realidade preocupante e atinge mulheres de diferentes idades e contextos. Em muitos casos, a violência ocorre dentro de casa e é praticada por pessoas próximas à vítima.
Diante desse cenário, a Prefeitura destaca a importância de fortalecer a rede de proteção e incentivar que casos de violência sejam denunciados, garantindo acolhimento e apoio às vítimas.
A população pode buscar ajuda por meio dos canais oficiais de denúncia, como o Disque 180 (Central de Atendimento à Mulher), o Disque 100 (Direitos Humanos) e, em situações de emergência, a Polícia Militar pelo 190.
Combater a violência contra mulheres é um compromisso de toda a sociedade. Informação, acolhimento e denúncia são passos fundamentais para proteger vidas e garantir direitos.

Entre os anos de 2015 e 2024, foram registrados 2.012.500 casos de violência interpessoal contra mulheres no Brasil, sendo que 320.472 ocorrências foram notificadas somente em 2024.
Entre os casos registrados, 58% das vítimas são mulheres adultas, 21% adolescentes, 14% crianças e 6% mulheres idosas, demonstrando que a violência atinge mulheres em todas as fases da vida.
Os dados também indicam que 53,3% das vítimas são mulheres negras (pretas e pardas), 37,3% mulheres brancas, 1,0% indígenas e 0,8% amarelas. Em relação à orientação sexual, 3,4% dos casos envolvem mulheres LGBTQIAP+, enquanto 61% das notificações não informam essa condição.
Entre os tipos de violência, a mais comum é a violência física (42,8%), seguida pela violência psicológica (19,6%), violência sexual (12,3%) e negligência (6,7%). Na maioria das situações, a violência ocorre dentro de casa e é praticada por alguém conhecido ou próximo da vítima.
Entre os principais prováveis agressores, destacam-se parceiros íntimos (38,8%), ex-parceiros (27,9%) e familiares ou conhecidos (12,4%).
Os registros de violência chegam aos serviços públicos principalmente por meio das unidades de saúde (36,5%), delegacias (26,2%) e centros de assistência social (13,3%), o que demonstra a importância da integração entre os serviços da rede de proteção.
Outro dado preocupante é a mortalidade por agressão contra mulheres. Entre 2015 e 2024, foram registrados 42.166 óbitos de mulheres no Brasil decorrentes de agressões. Desse total, 66,3% das vítimas eram mulheres negras, 30,4% mulheres brancas, 1,0% indígenas e 0,2% amarelas.
A faixa etária com maior número de casos é a de 20 a 39 anos, que concentra cerca de 30% das notificações, fase em que muitas mulheres estão em plena vida produtiva.

Pode ser um gráfico de uma ou mais pessoas e texto que diz "LOCAL DE ENCAMINHAMENTO DOS REGISTROS DE VIOLÊNCIA : 36,5% Rede de saúde የርባ 26,2% Delegacias 13,3% Conselhos #tdtscokmaa (Sian) Autabaiscaaaaa บรบยคุ่ปอวาอาอ่อนอ่ c ( Osdades ಮಂಭಕಾಕೀಯ jolosaaiknçles skrçles. MORTALIDADE POR AGRESSÃO (2015 a 2024) Entre 2015 e 2024, foram registrados** 42.166 óbitos por agressão entre mulheres no Brasil Mulheres negras (pretas e pardas) corresponderam a 66,3% dos óbitos por agressão mulheres brancas 30,4% mulheres indígenas 1,0% mulheres amarelas 0,2%"

#PraTodosVerem: Imagens informativas do Governo Federal com dados sobre a violência contra a mulher. Post com texto alternativo.

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